Coronel Azevedo questiona critério em licitação do Governo do Estado

Em pronunciamento durante a sessão plenária desta quinta-feira (6), na Assembleia Legislativa, o deputado Coronel Azevedo (PSC) questionou o edital licitatório aberto pelo Governo do Estado para a contratação de agência de publicidade para atender à Empresa Potiguar de Promoção Turística (Emprotur). De acordo com o parlamentar, o certame estabelece critérios que impossibilitam a participação de agências locais.

“Somos novamente pegos por mais uma artimanha suspeita. Num ato da moralidade pública, a gestão abre licitação para contratar agência de propaganda com um critério muito estranho: cada agência concorrente só pode fazer parte da licitação se já tiver prestado, anteriormente, campanha de âmbito nacional para a empresa de turismo. Por qual razão esse critério foi determinado?”, questiona Azevedo.

Segundo ele, o Governo do Estado já gasta mais de R$ 20 milhões em propaganda. “É um estado que só existe na ficção televisiva criada pelo governo atual. Agora mais essa presepada. Infelizmente não há outro termo para denominar esse fato triste que tem toda conotação de um jogo de cartas marcadas”, disse Coronel Azevedo, cobrando a atenção do Ministério Público e Tribunal de Contas.

Na oportunidade, o parlamentar enalteceu nota divulgada em um jornal local que também questiona a impossibilidade de participação das agências potiguares no certame licitatório lançado.

Ao final do pronunciamento, Coronel Azevedo lamentou ainda a crise no setor turístico potiguar e novamente responsabilizou o Governo do Estado pela situação. “O RN tem uma sucessão de notícias catastróficas provocadas pela gestão estadual, que está falindo o turismo do Estado”, pontuou o deputado, citando notícia veiculada na imprensa que aponta que as demissões no setor turístico representam 40% do desemprego na capital.

PESQUISA BG/CONSULT/96FM PRESIDENTE/NATAL: Lula venceria Bolsonaro em segundo turno na capital se as eleições fossem hoje

Ainda dentro dos números das eleições presidenciais do próximo ano entre os eleitores de Natal, o instituto Consult fez alguns levantamentos de potenciais segundo turno. No confronto direto entre o ex-presidente Lula e o presidente Bolsonaro, se as eleições fossem hoje, o petista ganharia com 44,25% contra 36% do atual gestor.

Para a realização da pesquisa divulgada pelo Blog do BG, o instituto Consult entrevistou 800 eleitores das quatro regiões administrativas da capital potiguar entre os dias 22 e 28 de abril. Os resultados possuem uma margem de erro de 3% e um grau de confiabilidade de 95%, o que quer dizer que, se levada em consideração a margem de erro, a pesquisa tem 95% de retratar o cenário real.

PESQUISA BG/CONSULT/96FM PRESIDENTE/NATAL: Tirando Lula, Bolsonaro ganha de todos os pré-candidatos no segundo turno; confira lista de confrontos

Ainda dentro dos números das eleições presidenciais do próximo ano entre os eleitores de Natal, o instituto Consult fez alguns levantamentos de potenciais segundo turno. Tirando o confronto com o ex-presidente Lula, o presidente Jair Bolsonaro ganha de todos os demais pré-candidatos.

No confronto contra Ciro Gomes, ele ganha com 37,63% contra 33,75% do ex-ministro.

No confronto contra João Dória, Bolsonaro ganha com 38,75% contra 19% do governador de São Paulo.

No confronto contra Luiz Henrique Mandetta, o presidente ganha com 39,38% contra 20,5% do deputado federal e ex-ministro da Saúde.

No confronto contra Sérgio Moro, Jair Bolsonaro ganha com 37,38% contra 20,13% do ex-juiz federal e ex-ministro da Justiça.

Para a realização da pesquisa divulgada pelo Blog do BG, o instituto Consult entrevistou 800 eleitores das quatro regiões administrativas da capital potiguar entre os dias 22 e 28 de abril. Os resultados possuem uma margem de erro de 3% e um grau de confiabilidade de 95%, o que quer dizer que, se levada em consideração a margem de erro, a pesquisa tem 95% de retratar o cenário real.

Chuva de meteoros poderá ser vista no céu do RN na madrugada de sexta-feira

Uma chuva de meteoros poderá ser vista no céu do Rio Grande do Norte na madrugada desta sexta-feira (07). De acordo com pesquisadores, o pico deverá ocorrer por volta das 3h.

Chamada de Eta Aquáridas, a chuva é formada de resquícios do cometa Halley deixados durante sua passagem pela Terra há 35 anos.

Veja mais detalhes AQUI em reportagem do G1-RN.

Sesap informa que RN precisa de 87 mil vacinas para terminar aplicação da 2ª dose da CoronaVac

Em reunião nesta quinta-feira (06), a Comissão Intergestores Bipartite – CIB, com a presença da Sesap e do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do RN (Cosems), fez um levantamento da quantidade total da segunda dose aberta da CoronaVac no Rio Grande do Norte. Na ocasião foi elaborada a justificativa referente ao déficit dessas doses para atender pessoas já vacinadas com D1 do imunobiológico Sinovac/Butantan, nos municípios do estado do Rio Grande do Norte. O documento, assinado pelo secretário de saúde Cipriano Maia e pela presidente do Cosems Maria Eliza Garcia, foi enviado pela Sesap ao Ministério da Saúde, solicitando o envio das doses na próxima remessa.

Hoje no estado, faltam 87.098 doses para completar o esquema vacinal. 52.072 na Região Metropolitana de Natal, 3.462 na região de São José do Mipibu, 5.276 na região de João Câmara, 2.478 na região de Santa Cruz, 16.955 na região de Mossoró e Assu, 4.524 na região de Caicó e 2.331 na região de Pau dos Ferros. Dentro desse total, existe hoje a falta de 26.353 doses não enviadas ao Estado pelo Ministério da Saúde e um número considerável de frascos com apresentação de 10 doses que chegaram ao Estado com 9 ou 8 doses, resultando assim numa diminuição de pessoas a serem vacinadas.

O registro foi levantado pela plataforma RN Mais Vacina, sendo este o sistema oficial para alimentação, controle dos dados da vacinação Covid-19,o qual possibilita o rastreio das doses e permite transparência a todo processo de imunização contra a COVID-19 no RN.

A falta de doses tem duas justificativas importantes: uma delas é a aplicação das doses D2 como D1, com ampliação de público não autorizada da vacina Sinovac/Butantan, por parte de alguns municípios do Estado do RN. Os municípios alegam ter seguido orientação do Ministério da Saúde, mesmo o Estado tendo sido contrário.

O pedido do envio de doses do Ministério da Saúde é reforçado pelo atraso de 28 a 48 dias da aplicação da primeira dose, sendo necessário concluir o esquema de vacinação o mais breve possível para assegurar à eficácia da imunidade a população, e assim, reduzir os agravos e possíveis óbitos pela COVID-19.

Denúncia sobre situação de soldados recém-formados da PM/RN vira sindicância

O presidente da Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar do RN, Roberto Campos, foi ouvido no último dia 26 de abril nos autos de Sindicância formulada pelo Comando da Corporação, visando apurar as denúncias realizada pela Associação de Cabos e Soldados sobre a falta de condições de trabalho que os Soldados recém-formados estavam enfrentando.

Na época da denúncia, repercutiu muito o fato de que os novos policiais militares estarem dormindo em colchões improvisados e amontoados no chão das dependências da Unidade da PMRN. Segundo o que foi apurado na época, os policiais tinham que pernoitar em razão de estarem lotados provisoriamente em Organizações Policiais Militares distantes de seus domicílios.

“Causa estranheza e repúdio, o fato de um Presidente de uma entidade representativa de Praças ser ouvido em procedimento administrativo pela mera questão da entidade a qual ele é ligado haver denunciado a falta de estrutura e de buscar melhores condições para os Policiais Militares desempenharam suas funções, o que deixa uma mensagem subliminar de tentativa de punir aqueles que falam em defesa da tropa”, diz a nota.

O texto da Assessoria de Comunicação ACS-PM/RN ainda completa:

– Estranha mais ainda é a passividade e talvez a conivência do Governo da Professora Fátima Bezerra em assistir de braços cruzados o quanto a tropa e os representantes de classes são perseguidos no Estado Democrático de Direito, a frase “Nenhum direito a menos” soa como meras palavras jogadas ao vento.

Segue a foto que foi publicada e gerou tamanha repercussão:

Foto: Divulgação

Com informações da Assessoria de Comunicação ACS-PM/RN

FOTOS: PF prende em Serra do Mel/RN na saída dos Correios acusado de receber dinheiro falso enviado via postal

A Polícia Federal prendeu na última quarta-feira, 5/5, no município de Serra do Mel/RN, um jovem de 19 anos acusado de receber via postal cerca de R$ 800 em notas de R$ 100, 50 e 20 com indícios de falsificação.

O suspeito foi detido no momento em que deixava a agência dos Correios daquela cidade conduzindo um envelope contendo as cédulas. Ao ser abordado ele não reagiu e confessou ter adquirido o material na internet através de um desconhecido que veiculou o anúncio numa rede social.

Em seguida, o suspeito foi conduzido para a sede da Delegacia da Polícia Federal em Mossoró onde foi lavrado o auto de prisão em flagrante.

Indiciado por crime de moeda falsa, o preso foi encaminhado para a Cadeia Pública, à disposição da Justiça.

RN registra mais leitos críticos Covid disponíveis do que pacientes que necessitam

O RN voltar a ‘zerar’ a fila de pacientes para UTI Covid nesta quinta-feira (06). Por volta das 12h30, eram 22 pacientes com perfil para leitos críticos na lista e 38 leitos disponíveis, ou seja, mais leitos disponíveis do que pacientes necessitando.

A maior parte dos pacientes é da região metropolitana de Natal.

RN registra taxa de ocupação de leitos críticos para covid de 90,2%

A taxa de ocupação de leitos críticos das unidades públicas de saúde no RN é de 90,2%, registrada no fim da manhã desta quinta-feira(06). Pacientes internados em leitos clínicos e críticos somam 611.

Até o momento desta publicação são 38 leitos críticos (UTI) disponíveis e 351 ocupados, enquanto em relação aos leitos clínicos (enfermaria), são 127 disponíveis e 275 ocupados.

Segundo a Sesap, a Região metropolitana apresenta 87,3% dos leitos críticos ocupados, a região Oeste tem 93,3% e a Região Seridó tem 100%.

RN contabiliza 19 óbitos por covid nas últimas 24h, sendo 13 dentro do dia; novos casos são 883

A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) atualizou os números do coronavírus nesta quinta-feira (06). Foram mais 883 casos confirmados, totalizando 228.077. Até quarta-feira (05) eram 227.194 infectados.

Com relação aos óbitos no Rio Grande do Norte, são 5.599 no total, sendo 13 mortes registradas nas últimas 24h: Natal(04), Mossoró(02), Parnamirim(02), Campo Redondo(01), Jucurutu(01), Areia Branca(01), Várzea(01) e Pedro Velho(01).

A Sesap ainda registrou outros 06 óbitos ocorridos após a confirmação de exames laboratoriais de dias ou semanas anteriores. Óbitos em investigação são 1.137. Na quarta-feira (05) o número total de mortes era 5.580.

Casos suspeitos somam 52.670 e descartados 455.943. Recuperados são 150.649.

“Lamentável. É pra morrer tudinho. Eu não gosto de vagabundo não”, diz senador Styvenson Valentim sobre presos no RN sem mortes por covid

Em entrevista à 96 FM nesta quinta-feira(06), o senador Styvenson Valentim (PODEMOS-RN) lamentou o fato de não haver mortes de detentos por covid-19 no sistema penitenciário do Rio Grande do Norte, em ironia ao fato de o medicamento ivermectina ter sido apontado por diretor prisional como responsável por garantir que nenhum preso morresse de covid-19 em Alcaçuz.  “Infelizmente”, disse.

“Pois é, é lamentável, né? É pra morrer tudinho. Eu não gosto de vagabundo não. Eu não gosto de ladrão, não gosto de vagabundo. Eu vou dizer que gosto? Vou mentir aqui pra agradar família de vagabundo?”, disse o senador.

Afirmou ainda que “vagabundo” tem que ser “pendurado”. “Só que gosta é a família dele”, afirmou na 96 fm.

Se aprovado, voto impresso criará ‘caos’ e ‘judicialização’ do resultado eleitoral, diz Barroso

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, alertou em entrevista à GloboNews que o voto impresso, em discussão no Congresso Nacional, vai criar no país um “desejo imenso de judicialização” do resultado das eleições.

“Nós vamos criar o caos no sistema que funciona muitíssimo bem”, enfatiza Barroso.

Também ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Barroso reforçou a credibilidade do sistema eleitoral brasileiro. “O nosso sistema de voto em urna eletrônica é totalmente confiável”, diz.

A fala do presidente do TSE acontece um dia após o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), ter criado uma comissão especial para discutir a proposta de emenda à Constituição (PEC) que obriga o voto impresso.

A PEC, de autoria da deputada Bia Kicis (PSL-DF), aliada do presidente Jair Bolsonaro, exige a impressão de cédulas em papel na votação e na apuração de eleições, plebiscitos e referendos no Brasil.

Leia a íntegra da entrevista:

Camarotti: A Câmara dos Deputados está criando uma comissão, neste momento, para analisar a PEC do voto impresso. O nosso sistema de votação é confiável? A urna eletrônica é confiável?

Barroso: O nosso sistema de voto em urna eletrônica é totalmente confiável. No entanto, eu queria dizer que, numa democracia, nenhum tema é tabu. E, portanto, tudo pode ser discutido à luz do dia. Portanto, o lugar próprio para discutir isso é o Congresso Nacional. Mas nós temos elementos mais do que suficientes para demonstrar a absoluta confiabilidade do sistema. Eu não parto do pressuposto de má-fé. Eu sempre parto do pressuposto de que as pessoas estão de boa-fé. E, portanto, acho que há um certo grau de desconhecimento sobre como o sistema funciona e como ele pode ser auditado. Para usar a palavra da moda, ele pode ser conferido na sua integridade. A cada passo. Talvez o Tribunal Superior Eleitoral tenha subestimado um pouco o compromisso de mostrar o máximo de transparência possível. De modo que eu acabei de gravar, esses dias, o passo a passo da demonstração de como funciona o sistema e de como ele pode ser verificado pelos partidos políticos e pelo Ministério Público a cada momento. Eu espero que, com isso, afastar qualquer tipo de dúvida de quem a cultive. Embora as pesquisas demonstrem que a maior parte da população confia no sistema.

Camarotti: Agora, é um sistema que é hoje referência no mundo. A nossa urna eletrônica e a velocidade, também, do nosso sistema de apuração. Esse movimento que a gente está vendo por um setor da política brasileira e da Câmara dos Deputados, seria um retrocesso? A aprovação da PEC do voto impresso seria voltar ao passado?

Barroso: Eu acho que o voto em cédula, inclusive é o que fala a proposta de emenda constitucional, mesmo o voto impresso pela própria urna, eu acho que seria extremamente problemática e mexeria num time que está ganhando. Tem tanta coisa funcionando mal no Brasil e as pessoas estão, algumas pessoas, pensando em modificar o que vem funcionando bem. E só para lembrar, nesse sistema foi eleito o presidente Fernando Henrique para o segundo mandato, foi eleito o presidente Lula duas vezes, a presidente Dilma por duas vezes e o presidente Jair Bolsonaro. Alguém acha que as urnas não expressaram, efetivamente, a vontade popular? Porque se verificou, em relação à urna eletrônica, é que o discurso dos críticos foi mudando. Primeiro, queriam cédula. Depois, queriam voto impresso. Agora, já querem que ele seja auditado. E eu vou procurar demonstrar a você e ao público cada passo dessa possibilidade de auditoria. Auditoria significando a possibilidade de se conferir a integridade do sistema. Eu acho, sim, que o voto impresso, cédula, impresso pela urna, vai criar desejo imenso de judicialização do resultado das eleições.

Camarotti: Por que esse temor, ministro, em relação à judicialização com o voto impresso?

Barroso: O Brasil tem 5.600 municípios. O voto impresso vai permitir que cada candidato que queira questionar o resultado peça a conferência dos votos. Vai contratar os melhores advogados eleitorais do país para buscar uma nulidade, alguma inconsistência e vai questionar oficialmente o resultado das eleições. E aí nós vamos ter mais um nível de judicialização no país, que vai ser o resultado das eleições, vai ser produto de uma decisão judicial. Ninguém precisa disso. Nos Estados Unidos, o presidente Trump, que inspira muitos dos que questionam as nossas urnas, ele entrou com mais de 50 ações judiciais. Nenhum juiz deu cautelar nem determinou suspensão da contagem ou o que fosse. Mas eu não tenho a mesma certeza de que isso aconteceria no Brasil se houvesse 50 ações judiciais. E, portanto, você ia ter o resultado das eleições, em vez de sair das urnas, saiu de uma decisão judicial. Ninguém precisa disso. Aliás, o Brasil não merece isso. Mais um grau de judicialização no país. Para quem tiver alguma dúvida sobre as urnas serem auditáveis, eu vou narrar de memória cada um dos passos em que é possível conferir a autenticidade do sistema. É feito um programa para ser inseminado nas urnas. Esse programa de computador, ele é submetido, logo após elaborado, a um teste público de segurança em que o próprio TSE convida os partidos políticos, hackers, Polícia Federal, universidade para tentarem violar o programa.

Depois, essa fase é ultrapassada, o programa é aberto para que todos os partidos políticos o examinem, podem comparecer com seus técnicos de informática para examinar o programa. Portanto é o segundo momento de auditoria, depois, quando tudo bem encaminhado, os partidos estão convidados a assinarem o programa, digitalmente, e portanto, eles verificam a autenticidade, assinam e há um procedimento de quarta etapa que chama lacração, que é uma blindagem desse programa. Não há mais como mexer nele.

Esse programa é remetido para os tribunais regionais eleitorais e é inseminado nas urnas na vista dos partidos políticos que são convidados. Se houver qualquer alteração no programa, ele não funciona, ele imediatamente acusa a ocorrência de manipulação. Depois, dias das eleições, a urna já inseminada com esse programa mega conferido imprime um boletim no início da votação chamado zerésima, para demonstrar que não tem nenhum voto lá dentro da urna, e ao final do dia da votação, ele emite um chamado boletim da urna, que é o resultado daquela urna com a quantidade de votos que cada candidato obteve nela. Outra etapa de auditagem é que nas vésperas das eleições são sorteadas 100 urnas, aleatoriamente no país, levadas para o TRE, onde são submetidas a um teste de integridade com uma empresa de auditoria independente, em que um eleitor escolhido vota na cédula, canta o voto de cédula para ser inseminado, inserido na urna digitalmente e depois se verifica na saída por uma empresa independente que aquela urna expeliu exatamente aquilo que foi introduzido pelo eleitor.

E por fim, e acho que esse é um ponto que eu gostaria de enfatizar, a urna ela contém o que se chama registro digital do voto. E, portanto, nós não queremos voltar ao modelo anterior. E alguém diz “não, mas na Alemanha, eles não adotam esse sistema”. É, pode ser, mas na Alemanha não havia uma tradição de fraude no voto por cédula ou no voto impresso e, portanto, eles não precisam lutar contra esse fantasma do qual nós nos livramos com a urna eletrônica. Portanto, ela é confiável, é aditável cada passo, se o partido quiser. O voto impresso corre o risco de trazer uma ampla judicialização. O Brasil tinha, nas últimas eleições que eu presidi, quase 500 mil candidatos. Você imagina se um terço deles resolver questionar o resultado e pedir conferência judicial dos votos. Nós vamos criar o caos no sistema que funciona muitíssimo bem. Agora, o que não pode é um partido político não mandar representante para verificar a autenticidade do programa final, para depois dizer que tem alguma coisa errada. Portanto, não é assim que se joga o jogo democrático.

Camarotti: Como o senhor vê esse movimento pelo voto impresso do ponto de vista da estratégia política? É uma tentativa de minar a credibilidade de um sistema que funciona muito bem e é referência no mundo?

Barroso: Olha, como eu disse, não gosto de presumir má-fé de ninguém. Eu sempre imagino que as pessoas estão agindo de boa-fé e com bons propósitos, de modo que acho que essa desconfiança é mais produto do desconhecimento. Em algumas partes do mundo, e não estou me referindo ao Brasil particularmente, há candidatos, como aconteceu nos Estados Unidos, que antes da divulgação do resultado que anunciaram que se não ganhassem é porque houve fraude. O populismo autoritário que se espalhou pelo mundo – Hungria, Polônia, Rússia, Turquia – esses países, onde não há manipulação, onde há efetiva disputa muitas vezes, já há uma arguição preventiva de que “se eu perder tem fraude”. Isso é a negação da democracia. A democracia é um jogo em que as regras valem para todos. Quem ganhar tem o direito de governar e quem perder tem que respeitar a vontade das urnas. Essa história de cantar a existência de fraude antes da divulgação do resultado e colocar sob suspeita um processo eleitoral que jamais identificou qualquer tipo de fraude é problemático.

Blog do Camarotti – G1

CPI DA COVID: Renan Calheiros diz que primeiros depoimentos revelam ‘existência de gabinete das sombras e ministério paralelo da Saúde’

O relator da CPI da Covid, senador Renan Calheiros (MDB-AL), avalia que os primeiros depoimentos colhidos pela Comissão mostram “a existência de um gabinete das sombras, um ministério paralelo da saúde, um poder paraestatal” que não só aconselhava o presidente da República como definia medidas no enfrentamento do coronavírus numa linha contrária à de seus ministros da Saúde.

Os primeiros depoimentos prestados na Comissão foram dos ex-ministros da Saúde Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich. Mandetta disse que sofria a concorrência, dentro do governo, de assessores, filhos do presidente e médicos que chegaram a propor um decreto para incluir na bula da cloroquina o tratamento para Covid-19.

“Estes primeiros depoimentos deixam clara a existência de um ministério paralelo da saúde, um poder paraestatal, um gabinete das sombras, desconhecido, que não apenas aconselha, assessora, mas produz documentos, como a tentativa de burla na bula da cloroquina”, afirmou o relator da CPI da Covid.

Renan Calheiros destacou que esse “gabinete das sombras” tomou decisões sem o conhecimento dos dois ex-ministros da Saúde, como a determinação para o laboratório do Exército de produzir mais cloroquina.

“Nenhum dos dois ministros tomaram conhecimento para o aumento da produção de cloroquina, isso foi ao arrepio do Ministério da Saúde”, afirmou Renan Calheiros.

Segundo o relator, Mandetta e Teich foram ignorados nas orientações de desaconselhar o uso da cloroquina e de recomendar o isolamento social e uso de máscaras.

Blog do Valdo Cruz – G1

Rio Grande do Norte tem 84% das cidades em área de alerta para Covid-19

O levantamento mais recente do Indicador Composto, que reúne uma série de informações sobre o quadro da pandemia no Rio Grande do Norte, aponta que 84,8% da população potiguar está em área de alerta, entre o sinal amarelo (3 e 4 pontos) e vermelha (5 pontos). A análise por região mostra que apenas o Alto Oeste conta com mais da metade de sua população em áreas de sinal verde (1 ou 2 pontos), apesar de ainda contar com 11,3% em sinal vermelho. O documento foi publicado no início desta semana durante reunião do Comitê Científico da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap/RN).

Na outra ponta, a Região Metropolitana está com toda a população em sinal amarelo, seguida do Agreste (94,6%), do Oeste (88,2%) e do Vale do Açu (84,3%). O acompanhamento do indicador composto nas regiões, em comparação com o levantamento feito na última semana de abril, elenca que 78 municípios pioraram a situação, outros 80 mantiveram-se estáveis e apenas nove melhoraram de condição.

O indicador composto é fruto do trabalho da Sesap, do Comitê de Especialistas e da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), sob a coordenação do professor Kênio Lima. O estudo permite um monitoramento da pandemia em todo o Estado. O estudo reúne nove variáveis – casos ativos, ocupação de leitos, óbitos, entre outras – que traçam um olhar mais apurado sobre a situação de cada município e um escore que mostra a evolução a cada semana. Os dados servem de subsídio para a tomada de decisões na gestão da pandemia.

 

Reunião

Em reunião do Comitê de Especialistas da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) na noite desta terça-feira (4), os integrantes demonstraram preocupação com o atual momento da pandemia. O Indicador Composto aponta para uma piora em diferentes municípios potiguares.

A análise feita pela ferramenta aponta que o Rio Grande do Norte está há duas semanas com índices tanto de mortalidade quanto de casos confirmados com curva crescente. De acordo com o documento, as regiões Metropolitana de Natal, Oeste, Agreste e Vale do Açu estão em alerta vermelho para a taxa de casos ativos, o que corresponde a um aumento de casos confirmados.

Na visão do secretário de Estado da Saúde Pública, Cipriano Maia, o conjunto dos dados atuais não indica que seja para manter abertos ambientes que tenham alto risco de transmissão. “Os dados nos mostram que precisamos dar atenção mais ainda a todas as medidas de cuidado e evitar assim a transmissão desse vírus tão mortal para não chegarmos a uma terceira onda”, afirmou o secretário.

“Essa onda é mais grave e mais demorada. Ameaça o desabastecimento e, assim, o bloqueio de leitos tão necessários para a assistência. Estamos numa fase da onda que está demorando a baixar. É fundamental que a população compreenda que precisa retomar os cuidados e evitar aglomeração”, disse, durante a reunião, a infectologista Marise Reis, membro do Comitê.

Vacina da Pfizer será aplicada no SESI
Nesta quinta-feira (6), a Secretaria Municipal de Saúde de Natal (SMS Natal) vai dar início à vacinação com o imunizante da Pfizer, destinada às pessoas com idades de 55 a 59 anos do seguinte grupo de comorbidades: pessoas com deficiências permanentes cadastradas no Benefício de Prestação Continuada (BPC) e com doenças cardiovasculares e hipertensão arterial sistêmica.

O local de vacinação para o imunizante Pfizer será exclusivo no Ginásio do SESI, localizado na Av. Capitão-Mor Gouveia, das 8h às 16h. A SMS Natal vai disponibilizar na sala de vacinação um intérprete de libras. As pessoas com deficiências permanentes que não possuem cadastro no BPC serão contempladas de acordo com a comorbidade, obedecendo o critério da idade.

“Como a vacina da Pfizer exige uma logística de armazenamento diferente, sendo necessária sala de refrigeração no próprio local onde a vacina será aplicada, escolhemos o Ginásio do Sesi, nosso importante parceiro nessa jornada. O ginásio do Sesi também conta com acessibilidade”, explicou o secretário de Saúde de Natal, George Antunes.

De acordo com o Plano Nacional de Imunização, são consideradas doenças cardiovasculares: Insuficiência cardíaca, Cor pulmonale e Hipertensão pulmonar, Cardiopatia hipertensiva, Síndromes coronarianas, Valvopatias, Miocardiopatias e Pericardiopatias, Doenças da Aorta, dos Grandes Vasos e Fístulas arteriovenosas, Arritmias cardíacas, Cardiopatias congênitas no adulto, Próteses valvares e Dispositivos cardíacos implantados; hipertensão arterial sistêmica (Hipertensão Arterial Resistente – HAR, Hipertensão arterial estágio 3, Hipertensão arterial estágios 1 e 2 com lesão em órgão alvo e ou comorbidade).

A vacinação para esse público com idade de 55 a 59 anos inicia nesta quinta-feira (06) e segue até dia 12.

TRIBUNA DO NORTE

Deputados apontam indícios de fraudes de R$ 40 milhões nas Forças Armadas

Uma representação do deputado federal Elias Vaz (PSB-GO) no TCU (Tribunal de Contas da União) e no MPF (Ministério Público Federal) pede a investigação de supostas fraudes de empresas em licitações das Forças Armadas. Os valores chegam a quase R$ 40 milhões.

Nos casos citados, as entidades pertencem à integrantes do mesmo grupo familiar e participaram de pregões eletrônicos para produtos de gêneros alimentícios como se fossem concorrentes.

O documento é assinado também pelos congressistas do PSB Alessandro Molon, Bira do Pindaré e Lídice da Mata. São 4 casos supostamente irregulares identificados pelos autores em 4 cidades.

GUARATINGUETÁ, SÃO PAULO
Um dos casos é referente a empresas com sede em Guaratinguetá, no interior de São Paulo, que envolve 4 integrantes da família Maia Cardoso de Oliveira, e que são fornecedoras de gêneros alimentícios e concorrem entre si em leilões do Ministério da Defesa.

A entidade “Cardoso Maia – Frios” é de Eliane Carneiro Maia Oliveira e José Cardoso de Oliveira Júnior, concorre com “José H.M.C. de Oliveira” e tem como sócio José Henrique Maia Cardoso de Oliveira, filho do casal. A 3ª empresa está no nome de Thais Maia Cardoso de Oliveira, outra concorrente e filha do casal.

Segundo os congressistas, as entidades venceram 137 processos de compras de produtos alimentícios promovidos pelo Comando da Aeronáutica, num valor total de R$ 13.910.879,83 .

“As empresas ofereceram propostas iniciais escritas com os mesmos valores e produtos das mesmas marcas, depois foram para a fase de lances e simularam uma disputa”, diz o documento, que considera outro ponto suspeito nas propostas escritas. “O layout, ou seja, a formatação do documento também é idêntico, sugerindo que as propostas foram elaboradas pela mesma pessoa”.

CAIEIRAS, SÃO PAULO
O 2º caso citado envolve uma fábrica de sorvetes no interior do Estado de São Paulo, em Caieiras. A empresa “E C M Silva Sorveteria”, de propriedade de Elaine Cristina Moreira Silva, concorreu com “L. S. Silva Alimentos”, que está localizada na capital do Estado e em nome Lais Santos Silva, filha de Elaine.

Os deputados afirmam que houve fraude na emissão de atestados de capacidade técnica. Lais Santos apresentou documentos emitidos pela empresa da mãe, com a assinatura dela, e ambas empresas concorreram no mesmo pregão.

A empresa de Elaine venceu, desde 2020, 28 processos, que totalizam mais de R$ 1 milhão em licitações.

RIO DE JANEIRO
As entidades “RIOMAR 2001”, de Eliana Ribeiro Leite do Amaral e Noé Carneiro dos Santos; “Carisma Comércio de Alimentos”, de Victor Ribeiro Leite do Amaral; e a empresa “Força Unida Comécio de Alimentos”, fundada por José Almir do Amaral, Rosane da Silva Santos, Camila da Silva Santos, Gabriel da Silva Santos e Alexandre da Silva Santos Filho, disputaram licitações na Defesa em nome de outras pessoas, outorgando procurações. Todas são da capital carioca.

Concorrendo como adversárias, obtiveram R$ 13.012.599 em 7 processos de compras promovidos pela Marinha, Aeronáutica e o Ministério da Defesa. Em um dos casos, foi comprado 13.670 quilos de picanha, ao custo de R$84,14 o kilo. Quem venceu o certame foi a “Riomar 2001”, sob o valor de R$ 1.150.196,80.

TAUBATÉ, SÃO PAULO
No 4º caso, os congressistas apontam para a existência de um conluio entre 2 empresas. A “Comercial Briston”, de Alexandre de Jesus Borges, localizada em Taubaté (SP), está no mesmo endereço da empreas “Ortiz Transportes & Comércio”, de César Alexandre Ortiz.

A “Comercial Camargo Ortiz”, de Debora Cristina Camargo Ortiz, residente da mesma casa que Alexandre, participaram como concorrentes em pregões eletrônicos de órgãos da Defesa, apresentando os mesmos preços e as mesmas marcas, segundo os deputados. Venceram 2 pregões sob o valor devalor de R$ 5.283.216.

OUTRO LADO
O Poder360 não conseguiu contato com as pessoas citadas nas acusações feitas pelos deputados. O espaço segue aberto para manifestações.

PODER360

FOTO E VIDEOS – Açude Santana, localizado na comunidade Gangorra, município de Rafael Fernandes, amanheceu sangrando, águas seguem para a barragem de Pau dos Ferros 

 

Covid: Brasil recebe segundo lote da vacina Pfizer, com 628 mil doses

O segundo lote da vacina produzida pela Pfizer chegou, na noite desta quarta-feira (5/5), ao aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP). A entrega conta com 628.290 doses da vacina ComiRNAty, contra a Covid-19, desenvolvida em parceria com a BioNTech.

No dia 29 de abril, Viracopos recebeu o primeiro lote da vacina da Pfizer, com 1 milhão de imunizantes. O contrato firmado entre empresa farmacêutica e o governo federal prevê a compra de um total de 100 milhões de doses. No final de junho, está previsto o envio de mais 14 milhões de imunizantes.

As doses da Pfizer precisam ser armazenadas em caixas com temperaturas entre -25°C e -15°C por, no máximo, 14 dias. Ainda no ano passado, a empresa disse ter desenvolvido uma embalagem especial com temperatura controlada que utiliza gelo seco para manter a condição de armazenamento recomendada.

Eficácia

Segundo a Agência Coreana de Controle e Prevenção de Doenças (KDCA), apenas uma dose das vacinas Oxford/AstraZeneca ou Pfizer/BioNTech já garante 86,6% de eficácia na prevenção da Covid-19 em idosos com mais de 60 anos.

O imunizante da Pfizer alcançou 89,7% de eficácia, enquanto o da AstraZeneca chegou a 86%. Os dados foram obtidos a partir da informações de 3,5 milhões de coreanos com mais de 60 anos durante dois meses, incluindo 521 mil pessoas que receberam a primeira dose de uma das duas vacinas.

Foram registrados 1.237 casos de Covid-19 no grupo, sendo que apenas 29 deles entre os vacinados.

METRÓPOLES

Senado aprova suspensão de pagamento de parcelas do Fies até dezembro de 2021

O Senado aprovou nesta quarta-feira (5) a suspensão do pagamento de parcelas do Fies (Financiamento Estudantil) até 31 de dezembro deste ano. Pela proposta inicial, do senador Jayme Campos (DEM-MT), a medida valeria por 180 dias a partir de 1° de janeiro.

No entanto, o relator da matéria, senador Dário Berger (MDB-SC), acatou emendas de outros congressistas e ampliou o prazo para o fim do ano. O texto agora precisa ser aprovado pela Câmara dos Deputados.

“Como nós já estamos no mês de maio, o benefício para os estudantes brasileiros ocorreria apenas nos meses de junho e julho. Portanto, acho muito justo e muito legítimo que nós possamos prorrogar esse benefício até o dia 31 de dezembro de 2021”, afirmou Berger.

Como terá efeito retroativo, o projeto proíbe que sejam cobrados juros e multas por inadimplência de estudantes no período de janeiro de 2021 à publicação da lei.

O relator não acatou emendas que propunham manter a suspensão até o fim do estado de calamidade pública. Ele alegou que “não seria adequado vincular um prazo legal a um ato infralegal ou a outro evento sobre o qual não temos clareza ou controle, pelas razões de insegurança jurídica que isso pode provocar”.

Outra emenda rejeitada por Berger foi a apresentada pelo senador Paulo Rocha (PT-PA).

O petista sugeriu que fossem consideradas liquidadas as prestações devidas pelos beneficiários do Fies no período compreendido de março de 2020 a março de 2022.

Segundo o relator, o impacto de longo prazo da medida “poderia ofender a sustentabilidade do fundo, que pode vir a ser de grande proporção”.

O pagamento de dívidas dos estudantes que contrataram o Fies já havia sido adiado em maio do ano passado, mas com duração apenas até o fim do decreto de calamidade pública, que vigorou até 31 de dezembro.

O projeto sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em 2020 era mais amplo e autorizava também o parcelamento da dívida em até 175 vezes, com redução de juros e multas, e ampliava de R$ 3 bilhões para R$ 4,5 bilhões a participação do governo federal no Fundo Garantidor do Fies.

FOLHAPRESS

Brasil chega a 33,4 milhões de vacinados contra covid, 15,77% da população

Balanço da vacinação contra Covid-19 desta quarta-feira (5) aponta que 33.404.333 pessoas já receberam a primeira dose de vacina contra a Covid-19, segundo dados divulgados até as 20h. O número representa 15,77% da população brasileira.

A segunda dose já foi aplicada em 17.039.463 pessoas (8,05% da população do país) em todos os estados e no Distrito Federal.

No total, 50.443.796 doses foram aplicadas em todo o país.

De ontem para hoje, a primeira dose foi aplicada em 523.035 pessoas e a segunda dose em 315.702, com um total de 838.737 doses aplicadas neste intervalo.

Total de vacinados, segundo os governos, e o percentual em relação à população do estado:

  • *AC: 1ª dose – 94.960 (10,62%); 2ª dose – 33.638 (3,76%)
  • AL: 1ª dose – 462.872 (13,81%); 2ª dose – 217.061 (6,48%)
  • AM: 1ª dose – 614.578 (14,61%); 2ª dose – 310.352 (7,38%)
  • AP: 1ª dose – 91.856 (10,66%); 2ª dose – 40.249 (4,67%)
  • BA: 1ª dose – 2.511.475 (16,82%); 2ª dose – 1.190.287 (7,97%)
  • CE: 1ª dose – 1.377.242 (14,99%); 2ª dose – 741.263 (8,07%)
  • DF: 1ª dose – 478.346 (15,66%); 2ª dose – 274.454 (8,98%)
  • ES: 1ª dose – 701.619 (17,26%); 2ª dose – 261.560 (6,44%)
  • GO: 1ª dose – 976.105 (13,72%); 2ª dose – 501.851 (7,05%)
  • MA: 1º dose – 913.307 (12,84%); 2ª dose – 429.194 (6,03%)
  • MG: 1ª dose – 3.517.091 (16,52%); 2ª dose – 1.787.843 (8,40%)
  • MS: 1ª dose – 558.777 (19,89%); 2ª dose – 220.293 (7,84%)
  • MT: 1ª dose – 444.168 (12,60%); 2ª dose – 206.437 (5,85%)
  • PA: 1ª dose – 1.101.644 (12,68%); 2ª dose – 560.206 (6,45%)
  • PB: 1ª dose – 670.745 (16,61%); 2ª dose – 323.707 (8,01%)
  • PE: 1ª dose – 1.424.532 (14,81%); 2ª dose – 709.781 (7,38%)
  • PI: 1ª dose – 459.287(14%) ; 2ª dose – 231.656 (7,06%)
  • PR: 1ª dose – 1.871.663 (16,25%); 2ª dose – 1.035.462 (8,99%)
  • RJ: 1ª dose – 2.394.891 (13,79%); 2ª dose – 1.088.640 (6,27%)
  • RN: 1ª dose – 523.716 (14,82%); 2ª dose – 259.383 (7,34%)
  • *RO: 1ª dose – 200.060 (11,14%); 2ª dose – 87.328 (4,86%)
  • *RR: 1ª dose – 67.431 (10,68%); 2ª dose – 46.980 (7,44%)
  • RS: 1ª dose – 2.359.415 (20,65%); 2ª dose – 995.728 (8,72%)
  • *SC: 1ª dose – 1.107.809 (15,27%); 2ª dose – 599.900 (8,27%)
  • SE: 1ª dose – 331.342 (14,29%); 2ª dose – 153.177 (6,61%)
  • SP: 1ª dose – 7.963.325 (17,20%); 2ª dose – 4.630.922 (10%)
  • TO: 1ª dose – 186.077 (11,70%); 2ª dose – 102.111 (6,42%)

Doses recebidas por cada estado até 5 de maio

  • AC: 233.740
  • AL: 785.410
  • AM: 1.515.244
  • AP: 187.020
  • BA: 4.680.660
  • CE: 2.715.200
  • DF: 922.710
  • ES: 1.315.750
  • GO: 2.066.830
  • MA: 1.907.370
  • MG: 6.842.080
  • MS: 911.187
  • MT: 940.780
  • PA: 2.095.430
  • PB: 1.371.630
  • PE: 2.930.080
  • PI: 957.380
  • PR: 3.816.660
  • RJ: 4.391.120
  • RN: 1.086.910
  • RO: 357.808
  • RR: 196.710
  • RS: 4.667.910
  • SC: 2.330.090
  • SE: 648.540
  • SP: 12.749.915
  • TO: 430.060

Origem dos dados

  • Total de doses: números divulgados pelos governos estaduais.
  • As informações sobre população prioritária e doses disponíveis são do Ministério da Saúde.
  • As estimativas populacionais são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A informação é resultado de uma parceria do consórcio de veículos de imprensa, formado por G1, “O Globo”, “Extra”, “O Estado de S.Paulo”, “Folha de S.Paulo” e UOL.

G1

Juiz vê tentativa de ‘criminalização da política’ e absolve Henrique Alves, Temer, Cunha e Geddel no ‘Quadrilhão do MDB’

A Justiça Federal de Brasília decidiu absolver o ex-presidente Michel Temer (MDB), o ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, o ex-ministro Geddel Vieira Lima e os outros dez réus no processo aberto a partir das investigações do chamado “Quadrilhão do MDB”. Com isso, a ação penal por suposta organização criminosa foi encerrada, mas o Ministério Público Federal ainda pode recorrer.

A decisão é do juiz Marcus Vinícius Reis Bastos, da 12.ª Vara Federal do Distrito Federal, que recebeu o processo depois que o emedebista deixou a presidência e perdeu o foro especial. Na avaliação do magistrado, não há provas de associação entre os políticos que corroborem a narrativa construída pela acusação.

“É força afirmar que a inicial acusatória não descreve fatos caracterizadores do ilícito que aponta”, diz um trecho da decisão. “A denúncia apresentada, em verdade, traduz tentativa de criminalizar a atividade política.”

Também foram absolvidos os ex-deputados Henrique Eduardo Alves e Rodrigo da Rocha Loures, os ex-ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco, o coronel reformado da Polícia Militar de São Paulo e amigo pessoal do ex-presidente, João Baptista Lima Filho, o empresário José Yunes, o corretor Lúcio Funaro, além de Sidney Noberto Szabo e Altair Alves Pinto.

“Esse procedimento evidencia, a um só tempo, abuso do direito de acusar e ausência de justa causa para a acusação. É que, ao somar às irrogações genéricas contidas na denúncia uma quantidade indiscriminada e invencível de documentos, o Ministério Público Federal impede possam os Denunciados contraditar os fatos e as provas que lhes dão supedâneo”, escreveu ainda o juiz.

A denúncia em questão havia sido apresentada em 2017 pelo então procurador-geral da República Rodrigo Janot. O chefe do Ministério Público Federal apontou Michel Tremer como líder de uma organização criminosa composta por correligionários, que teria atuado em diversos órgãos públicos, como Petrobrás, Furnas, Caixa Econômica, Ministério da Integração Nacional e Câmara dos Deputados, em troca de propinas de mais de R$ 587 milhões.

No final de março, o mesmo juiz absolveu o ex-presidente da acusação de corrupção e lavagem de dinheiro em processo aberto a partir das investigações do caso do Decreto dos Portos, também por não considerar que os crimes ficaram provados.

“A absolvição de João Baptista Lima Filho põe fim ao absurdo roteiro ficcional criado pelo Ministério Público Federal, fruto de uma injusta e desmedida ânsia acusatória”, afirmam os advogados Maurício Silva Leite, Alexandre Sinigallia, Paola Forzenigo e Guilherme Pinheiro Amaral, que defenderam o coronel Lima na ação.

Fausto Macedo – Estadão Conteúdo