É preciso “estancar”, para “ontem”, os traumáticos casos de suicídio na Ponte Newton Navarro; guarita e monitoramento 24 horas, eis uma humilde e óbvia sugestão

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Por Rodrigo Matoso

Quanto vale uma vida?

Quantas vidas serão sacrificadas em episódios de suicídio na Ponte Newton Navarro, na capital potiguar?

Chegou a hora. Não é possível mais esperar.

Infelizmente, ações de solidariedade na Ponte Nova, que merecem todos os aplausos e já salvaram vidas, não são suficientes para frear o número de casos do tipo no local.

Nas redes sociais ou rodas de conversas, quando se fala nos tristes e recorrentes casos de suicídio no local, costumeiramente, cita-se a engenhosa ideia de telar(ou uso de rede) em toda a extensão da Ponte. É possível, mas renderia tempo e, em se tratando de Brasil, até tempo com ainda requintes de burocracia.

Enquanto não, é perfeitamente possível realizar um monitoramento 24 horas na Ponte Newton Navarro, por todos os ângulos.

Também é perfeitamente possível a instalação de uma guarita de “vigilância de vidas” no local. Na humilde sugestão deste jornalista, pelo menos dois especialistas em resgate, não importa se pertencentes ao Corpo de Bombeiros ou Guarda Municipal. Ou, que apliquem rodízio dessas “forças”.

Em um momento tão dramático e traumático, não se buscam heróis.

Quando se perde uma vida, através do suicídio, não é somente ela que se vai. Famílias se destroem. Muitas, morrem juntas.

A preservação da vida na Ponte Nova não busca heróis ou autores responsáveis de boas ideias.

É precisa estacar, para “ontem”, esta dor que todo cidadão potiguar também sente quando se repercute mais um capítulo trágico.

Ps:. É muita irresponsabilidade e insensibilidade compartilhar fotos ou vídeos de casos do tipo. Ignorância e crueldade. Toda repugnância aos compartilhadores.

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