Blogueira é presa em MG por suspeita de vender cosméticos falsificados para todo país

Quatro pessoas de uma família foram presas em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, por suspeita de falsificar cosméticos e vender os produtos adulterados para todo o Brasil. Segundo a Polícia Civil, a principal suspeita, uma blogueira com milhares de seguidores nas redes sociais, passava-se por estudante de biomedicina e dizia ter criado métodos exclusivos, principalmente para tratamento de melasmas.

Só em um dos perfis, Rafaela Braga é seguida por cerca de 70 mil pessoas. De acordo com a delegada Andrea Pochmann, a jovem, o pai, a mãe e o marido foram detidos em flagrante na semana passada durante cumprimento de mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos suspeitos.

“É uma menina, de 21 anos, muito bonita e chamava a atenção pela questão luxuosa, pela ostentação. Ela viaja, tirava fotos, já estava com um carro de luxo e já estava residindo em uma casa também luxuosa em um condomínio de Contagem de alto padrão”, afirmou a delegada.

O esquema passou a ser investigado há cerca de 1 mês e, de acordo com a polícia, além de consumidores, empresas estão entre as vítimas. O nome dos presos não foi divulgado pela polícia.

Segundo a polícia, a jovem era dona de uma clínica de estética na cidade da Região Metropolitana. As investigações apontam que os produtos falsificados eram vendidos no estabelecimento, pela internet e também durante cursos que a suspeita ministrava de forma presencial e online.

Pelas aulas, a jovem chegava a cobrar até de R$ 5 mil. Já os kits de produtos eram vendidos por cerca de R$ 1,5 mil.

Falsificação

De acordo com a delegada, a blogueira, que atuava no ramo de estética desde os 15 anos, e os familiares agiam de várias formas na falsificação dos produtos. Em um dos endereços em que polícia esteve na semana passada, foi encontrado um laboratório clandestino.

Segundo Andrea, a jovem chegou a ter uma linha de cosméticos licenciada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), mas até mesmo esses produtos seriam alvo de adulteração.

“Ela tinha diversos métodos de falsificação. Ela adulterava, em si, o produto, colocando no produto original o rótulo dela e colocando outro cosmético lá dentro. Como ela também pegava o produto original de uma outra empresa e colocava somente o rótulo dela”, disse a delegada.

Segundo Andrea, há inclusive produtos adicionados aos cosméticos originais que ainda são desconhecidos da polícia. O material foi encaminhado para a vigilância sanitária, mas, de acordo com a polícia, há relatos de vítimas que sofreram danos com o uso dos cosméticos, como queimaduras no rosto.

Ainda conforme a delegada, para divulgar os métodos de tratamento, a blogueira postava fotos de antes depois das pessoas, mas há informações de que, muitas vezes, ela teria usado programas de edição de imagem.

Durante as investigações, segundo Andrea, a jovem negou as suspeitas e disse que tinha todas as autorizações. Após a prisão, os detidos ficaram em silêncio.

G1

RN tem 65 pacientes com Covid-19 à espera de UTI

O Rio Grande do Norte registra no fim da manhã desta segunda-feira(12) 65 pacientes com Covid-19 à espera de um leito de UTI, de acordo com o portal Regula RN, que monitora em tempo real a ocupação de leitos públicos no estado. Às 12h00, o estado tinha 9 leitos de UTI disponíveis aguardando regulação de pacientes. A maior parte dos pacientes é da região metropolitana de Natal.

RN registra taxa de ocupação de leitos críticos para covid-19 de 97,6%; Oeste tem 100%

A taxa de ocupação de leitos críticos das unidades públicas de saúde no RN é de 97,6%, registrada no fim da manhã desta segunda-feira (12). Pacientes internados em leitos clínicos e críticos somam 701.

Até o momento desta publicação são 9 leitos críticos (UTI) disponíveis e 360 ocupados, enquanto em relação aos leitos clínicos (enfermaria), são 69 disponíveis e 341 ocupados.

Segundo a Sesap, a Região metropolitana apresenta 96,4% dos leitos críticos ocupados, a região Oeste tem 100% e a Região Seridó tem 97,5%.

Operação da PF apura tráfico de drogas por meio de jatos executivos

A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta segunda-feira (12) a Operação Flight Level, que apura o crime de tráfico internacional de drogas por meio de jatos executivos. Os alvos da investigação também são suspeitos de lavagem de dinheiro e de integrar organização criminosa.

De acordo com a PF, as investigações tiveram início em outubro de 2020, após ter sido apreendido no Aeroporto Internacional de Lisboa um avião executivo brasileiro que teria partido de Belo Horizonte com 175 quilos de cocaína a bordo.

Ao todo, 90 policiais cumprem dois mandados de prisão preventiva e 20 mandados de busca e apreensão. As diligências são cumpridas em Belo Horizonte, Lagoa Santa (MG), Rio de Janeiro, São Paulo e Goiânia.

A 11ª Vara Criminal Especializada de Minas Gerais autorizou ainda o bloqueio de contas de 29 pessoas físicas e jurídicas e o sequestro de 15 veículos, cinco imóveis e oito aeronaves, bem como a suspensão de atividades de seis empresas.

Ainda segundo a PF, além dos responsáveis pelas aeronaves, o esquema contava com a participação de laranjas e fantasmas para ocultação de bens. O órgão estimou que a operação desta segunda-feira (12) provocou um prejuízo de R$ 30 milhões ao crime organizado.

Agência Brasil

Novo Auxílio terá impacto 85% menor no RN

A circulação de recursos oriundos de amparos financeiros repassados pelo governo federal será menor no Rio Grande do Norte ao longo deste ano. O número de beneficiados do Auxílio Emergencial caiu 48% em relação a 2020. Despencou de 1.282.230 recebedores para cerca de 666.104, segundo projeção feita com base nos dados da Controladoria-Geral da União (CGU). Caso o percentual de repasse aos Estados observado no ano passado se mantenha, aproximadamente R$ 827,2 milhões serão injetados na economia potiguar através do Auxílio Emergencial. Queda de 85,11% em relação aos R$ 5,56 bilhões circulantes em 2020. As informações são do Portal da Transparência do Governo Federal.

De acordo com a Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação (SAGI) do Ministério da Cidadania, em 2020, o Rio Grande do Norte ficou com uma fatia de 1,88% do total de recursos enviados a todo o País para o pagamento do Auxílio Emergencial, o que equivaleu aos R$ 5,56 bilhões mencionados. Para este ano, o governo tem reservados R$ 44 bilhões para o programa como um todo. Os pagamentos efetuados durante o ano passado variavam de R$ 600 a R$ 1.200, conforme perfil do beneficiário. De abril a julho deste ano, os recursos disponibilizados equivalem a menos da metade do menor valor pago em 2020.

Com menos dinheiro e mais restrições em relação à onda de pagamentos realizada ao longo do ano passado, a primeira das quatro parcelas do novo Auxílio Emergencial começou a ser paga semana passada em valores que variam de R$ 150 a R$ 375. O valor médio disponibilizado aos potiguares diminuiu de R$ 701,03 pago em agosto de 2020 para atuais R$ 298,67. Esse é o quantitativo médio das parcelas que serão liberadas ao longo dos próximos quatro meses (abril, maio, junho e julho). Em todo o Estado, o impacto financeiro do novo Auxílio Emergencial será quase sete vezes menor do que no ano passado.

Confira matéria completa na Tribuna do Norte.

Apenas 13% dos municípios brasileiros possuem UTI para pacientes com Covid-19

Para os habitantes da maioria dos municípios brasileiros, contrair Covid-19 significa precisar de atendimento em outras cidades. E não só para UTI. Isso vale também para casos menos complexos. São dramas diários que explicam por que a rede de saúde de municípios colapsa independentemente dos casos de seus residentes. E evidencia que medidas de distanciamento social sem coordenação estadual e nacional são ineficazes, mostra um estudo do Observatório Covid-19, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Dados do Conselho Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), referentes a fevereiro, revelam que apenas 741 (13,3%) dos 5.570 municípios brasileiros apresentam capacidade de atendimento de alta complexidade para Covid (UTI). O problema ganha dimensão maior quando se constata que não chega nem à metade (37,4%) o número de municípios (2.085) que consegue atender mais de 10% de seus habitantes que precisaram de internação, de qualquer grau de gravidade.

Registros do Sistema de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe), de abril de 2020 a fevereiro de 2021, por exemplo, indicam que pouco menos de um quinto dos municípios (1.029, ou 18,5%) conseguiram atender a mais de 10% dos casos de seus habitantes com necessidade de UTI ou de unidades de cuidados intermediários. Estas são estabelecimentos de saúde com respiradores e suporte para encaminhamento para UTI.

Com base em dados como esses, o estudo destaca que a regra na pandemia foi o brasileiro com Covid precisar se deslocar de sua cidade para conseguir atendimento. O deslocamento é um fator de agravamento da doença, além de camuflar focos da pandemia, diz o coordenador do trabalho, Diego Xavier, pesquisador do Instituto de Comunicação e Informação em Saúde e do Monitora Covid-19.

— Um prefeito não consegue resolver nada. É preciso ação coordenada em nível estadual e nacional. Governadores precisam trabalhar coordenando seus municípios e em conjunto com os estados conectados ao seu — diz Xavier.

Medidas compartilhadas

Intitulado “Redes de Atenção à Saúde para Covid-19 e os desafios das esferas governamentais: Macrorregiões de Saúde e a curva que devemos ‘achatar’”, o trabalho chama a atenção para o fato de que as conhecidas conexões de saúde têm sido quase sempre ignoradas em ações de contenção da pandemia.

Foram contabilizados 855.818 registros de hospitalização por Covid-19 até 30 de março e comparados os dados do município de residência com os do de internação.

Os pesquisadores viram que o fluxo de internação dos pacientes com Covid-19 se assemelha ao das demais doenças nas chamadas macrorregiões, compostas por um conjunto de municípios que devem tomar medidas compartilhadas para aumento da restrição ou relaxamento das medidas de distanciamento social.

O Rio de Janeiro é um dos estados com mais municípios com UTIs. Mesmo assim, o sistema não funciona porque os municípios adotam medidas diferentes de distanciamento.

Exemplos são Duque de Caxias e São Gonçalo, “exportadores” de pacientes com Covid-19 para Rio e Niterói, respectivamente, revelam dados do Sivep-Gripe analisados por Xavier, referentes ao período de 3 de março de 2020 a 2 de fevereiro de 2021.

— O município do Rio internou mais pacientes de UTI de Duque de Caxias do que a própria cidade Caxias. Quase metade dos pacientes de UTI de São Gonçalo foram para Niterói, que absorveu também grande parcela dos casos de Covid-19 de menor complexidade do município vizinho — salienta Xavier.

Ele acrescenta que, sem medidas conjuntas, Rio e Niterói, por exemplo, não conseguirão reduzir a demanda por leitos porque parte significativa da pressão vem de fora.

As redes de saúde e de transmissão se conectam. Isso significa que um prefeito pode decretar lockdown, mas ele não adiantará muito, se os municípios vizinhos não fizerem o mesmo.

Conexões semelhantes acontecem no nível estadual. O norte da Bahia e Pernambuco formam uma região de atendimento com intenso deslocamento de pacientes. Já o nordeste da Bahia interage com Sergipe.

Há relevante fluxo doentes do sudoeste de Minas para o norte de São Paulo e, de lá, para a capital paulista. O oeste de Santa Catarina e o sudoeste do Paraná têm intercâmbio de pacientes. E, em outro exemplo, o sul do Amazonas exporta pacientes para Porto Velho (RO) e Rio Branco (AC).

— Adotar o sistema de redes é o caminho para conter a pandemia. O Ministério da Saúde precisa orientar e negociar com os governadores. Por vezes, há interesses conflitantes. É preciso uma coordenação nacional, e outra nos estados — enfatiza Xavier.

O GLOBO

Bolsonaro pede ampliação da CPI da Covid-19 para estados e municípios

O senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO) divulgou, nas redes sociais, uma conversa com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Na conversa, o chefe do Executivo defende que o parlamentar peça a ampliação da CPI da Covid. Em outras palavras, Bolsonaro pede que sejam investigados também os governadores e prefeitos.

A comissão instalada no Senado Federal deve investigar as omissões do governo federal no combate à pandemia. O assunto divide opiniões entre os parlamentares. Contudo, o ministro do Supremo Tribural Federal (STF) Luís Roberto Barroso determinou que a situação seja investigada.

Na conversa, feita por ligação no último sábado (10/4), Bolsonaro comenta que as responsabilidades seriam todas dele. “Se não mudar o objetivo da CPI, ela vai vir para cima de mim. O que tem que fazer para ser uma CPI útil para o Brasil: mudar a amplitude dela, bota presidente da República, governadores e prefeitos”, afirmou.

Contudo, o Senado já recebeu um pedido para que a apuração seja feita em todo o país. O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) apresentou um requerimento que pede a extensão para gestores dos estados e municípios.

Ações e impeachment

Na mesma linha de discurso, Jair Bolsonaro avalia que a CPI, como está, vai ouvir apenas pessoas relacionadas ao governo federal. “Vai simplesmente ouvir o Pazuello (ex-ministro da saúde), ouvir gente nossa, para fazer um relatório sacana.”

Além disso, ele incentiva e parabeniza ações contra o STF. O presidente comenta que Kajuru precisa “pressionar o Supremo para colocar em pauta o impeachment (de ministros) também”.

Em resposta, Kajuru ressalta que já fez isso. Ele entregou na sexta-feira um pedido para que o ministro do STF Alexandre de Moraes seja investigado e ganhou “parabéns” do chefe do Executivo. “Eu só queria que o senhor desse crédito a mim nesse ponto”, reclama o senador. Ele também pede que o presidente não generalize os parlamentares e separe “o joio do trigo”.

Responsabilidade dos estados

Ainda na conversa, o presidente lembrou que “não vai deixar de morrer gente, infelizmente, no Brasil”. E culpa os governos estaduais pela quantidade exorbitante de mortes registradas todos os dias.

“Poderia morrer menos gente se os governadores e prefeitos que pegam recurso aplicassem realmente em posto de saúde, hospital”, disse.

METRÓPOLES

Brasil aplicou 30,3 milhões de vacinas em 85 dias, 4ª melhor marca do planeta

O Brasil ultrapassou a marca de 30 milhões de doses de covid aplicadas em 85 dias de campanha, um resultado a ser comemorado por superar Alemanha, França e Itália, que juntos têm população equivalente à nossa e levaram 89 dias para bater a marca. O mesmo ocorreu no Reino Unido, primeiro país do ocidente a iniciar a vacinação.

Até o fim da tarde deste domingo (11), foram aplicadas no Brasil exatamente 30.356.490 doses de vacina, de acordo com a plataforma independente vacinabrasil.org.

Apesar de rico e grande produtor de vacinas, levou 104 dias para superar 30 milhões de doses. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O Reino Unido é o quarto no ranking com 39 milhões de doses aplicadas, mas o Brasil deve ultrapassar os britânicos até o fim deste mês.

O Brasil levou 47 dias para chegar a 10 milhões de doses, 24 dias para ir aos 20 milhões e apenas 14 para ultrapassar a marca dos 30 milhões.

 

A média diária de doses aplicadas no Brasil está acima de 750 mil e é a quarta melhor, atrás de China, Índia e EUA, diz o Our World in Data.

Além das 30 milhões de doses aplicadas, há cerca de 20 milhões que já foram entregues pelo governo federal a todos os Estados.

DIÁRIO DO PODER

Ministério da Saúde não agiu de má-fé ao cancelar compra de ‘kit intubação’, diz procurador da República

A Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou à Câmara o parecer de um procurador segundo o qual o Ministério da Saúde não agiu de má-fé ao cancelar parte da compra do chamado “kit intubação” em agosto do ano passado e, portanto, não pode ser responsabilizado.

A pasta cancelou a compra de 13 medicamentos por causa de “preços acima das estimativas de mercado”, segundo relatório do Conselho Nacional de Saúde. Atualmente, o país enfrenta uma crise de desabastecimento de analgésicos, sedativos e bloqueadores musculares.

“Não há que se confundir a má gestão ou a condução ineficiente de políticas públicas com a prática de ato de improbidade administrativa, quando há indicativos de que o gestor agiu por dolo, má-fé e desonestidade”, afirma o procurador da República Igor Nery Figueiredo, que arquivou a ação.

O parecer foi estendido ao caso da Anvisa, que em março deste ano cancelou uma reunião de emergência que discutiria a escassez de medicamentos para intubação porque esqueceu de enviar email convocando o encontro. O deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP), que apresentou a notícia de fato, diz que irá recorrer da decisão.

FOLHAPRESS

VÍDEO: Homem fez funcionária da GOL refém no Aeroporto de Guarulhos

Um homem fez uma mulher refém pouco antes das 23h deste domingo (11) no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. A vítima era uma funcionária da companhia aérea GOL. Segundo imagens gravadas por passageiros, agentes da Polícia Federal intervieram e a refém foi liberada.

Pessoas que estavam na área de embarque gravaram imagens do momento em que o homem segurava a refém. Nas imagens, é possível ver que ele diz que tem uma bomba. Ele também ameaça: “Se vier, eu furo. A caneta está na [artéria] carótida dela, ninguém reage”. Ele também exigiu a presença da Polícia Federal e pediu que os presentes filmassem e divulgassem as imagens.

 

O incidente ocorreu em frente ao portão 213 do terminal doméstico de Guarulhos, onde o voo G3-4074 decolaria para Maceió às 23h05.

Em nota, a GOL afirmou que está ciente do ocorrido e que está dando “todo o suporte necessário à colaboradora”. A empresa afirmou ainda que ela não teve nenhum ferimento e está bem. “A Polícia Federal está no comando das investigações e a Companhia está à disposição para prestar todo o suporte necessário. A ocorrência ficou restrita à sala de embarque do aeroporto e o envolvido no caso não era passageiro da GOL em nenhum dos seus trechos de origem ou destino”, diz o posicionamento da companhia aérea.

O Aeroporto de Guarulhos comunicou ao UOL, por meio de nota, que a GRU Airport, concessionária que administra o Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, que na noite de 11 de abril os órgãos responsáveis pela segurança do Aeroporto foram acionados para controlar um passageiro que, utilizando uma caneta, fez uma tripulante como refém em um dos portões de embarque do terminal 2. A ocorrência foi controlada em poucos minutos pela Polícia Federal, em total segurança e não houve feridos. O incidente não impactou as atividades e as operações do aeroporto. O passageiro foi encaminhado para delegacia e as causas da ocorrência estão sendo apuradas pelas autoridades competentes.

UOL

Festa clandestina com 50 pessoas é encerrada na Paraíba

Uma festa com cerca de 50 pessoas foi encerrada pela Polícia Militar (PM) na noite desse sábado (10), no município de Bayeux, na Grande João Pessoa. No local, ninguém utilizava máscaras ou respeitava qualquer outra medida sanitária.

Uma denúncia anônima fez a polícia encontrar o ambiente com aglomeração no bairro Jardim Aeroporto. Com a chegada das viaturas, parte das pessoas fugiram. Cerca de 20 participantes foram abordados.

A responsável pelo local foi identificada e conduzida a 6°DD para providências legais por infringir determinação do poder público, destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa, conforme previsto no Artigo 268 do código penal.

COVID: Brasil registra 37 mil casos e 1.803 óbitos no domingo mais letal da pandemia

O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil neste domingo (11):

– O país registrou 1.803 óbitos nas últimas 24h, totalizando 353.137 mortes;

– Foram 37.017 novos casos de coronavírus registrados, no total 13.482.023 pessoas já foram infectadas.

– O número total de recuperados do coronavírus é 11.880.803, com o registro de mais 42.239 pacientes curados. Outros 1.248.083 pacientes estão em acompanhamento.

“Não é papel do Senado investigar governadores e prefeitos”, diz Jean Paul Prates sobre CPI da Covid

Em entrevista à CNN neste domingo (12), o líder da minoria no Senado Jean Paul Prates (PT-RN) disse que não é atribuição do Senado investigar governadores e prefeitos, como pedem requerimentos para ampliar o escopo da CPI da Covid.

“É preciso ter em conta que não é papel do Senado precipuamente analisar, a não ser em casos muito concretos, governadores de estados e prefeitos. Para isso, estão as Assembleias Legislativas, os TCEs em auxílio a elas e as Câmaras Municipais. Cada instância no seu lugar”, declarou. “O papel aqui é de investigar a situação nacional, que se refletiu no Amazonas como um dos pontos agudos”.

Ele se referiu ao fato usado como justificativa para abertura do procedimento, o caos em Manaus em janeiro deste ano, quando pacientes morreram por falta de oxigênio suplementar.

“Acredito que a intenção [dos pedidos] foi passar uma imagem de que há equilíbrio, de que ninguém vai perseguir o presidente em si, o que não é a intenção de jeito nenhum, que é de apurar fatos”, continuou. Para ele, a inclusão de governadores e prefeitos também inviabilizaria o processo.

“Acho que é desnecessário e acho que é diversionismo, mas entendo. Acho que nenhum governador tem que temer, que o presidente também não devia temer, se todo mundo fez certo, ninguém deve temer CPI nenhuma”, disse.

Ele disse também discordar das afirmações que agora não seria o momento para abrir esse processo. “Acho que se deixar para depois, como em todas as pandemias na história da humanidade, quando acaba há um clima de euforia natural e de ‘deixa disso’. Mas morreram 350 mil pessoas, não é qualquer coisa, não é para deixar para trás”.

O senador também ressaltou que a comissão visa apurar a responsabilidade sobre os acontecimentos, e não de um indivíduo em particular. “A investigação é sobre um fato, não sobre pessoas. As pessoas são quem corroboram os fatos. Vamos investigar o governo e todos os envolvidos, empresas, pessoas físicas, governadores. Mas o foco é em quem é o maior responsável por conduzir esse processo, o Ministério da Saúde e, em segunda instância, o governo federal”.

CNN Brasil

Senador flagrado com dinheiro nas nádegas assina CPI da Covid; ele é investigado por desvio de recursos públicos destinados ao combate à pandemia

Chico Rodrigues, o senador flagrado com dinheiro entre as nádegas, decidiu assinar a lista de apoio à criação da CPI da Covid, diz o Valor Econômico.

Em outubro do ano passado, vale lembrar, o senador foi alvo de uma operação da Polícia Federal que investiga desvio de recursos públicos destinados ao enfrentamento pandemia da Covid em Roraima.

Durante a busca e apreensão na casa do senador, agentes encontraram dinheiro na cueca e entre as nádegas de Chico.

Ex-vice-líder do governo Jair Bolsonaro no Senado, Chico Rodrigues negou que agora esteja na oposição: “Espero que a CPI não seja política, mas institucional”.

Com isso, o número de parlamentares que apoiam a abertura da comissão subiu para 33, seis a mais do que o mínimo necessário.

O Antagonista

Rio Grande do Norte tem mais de 1 milhão de pessoas vivendo em extrema pobreza

No Rio Grande do Norte, mais de 1 milhão de pessoas, o equivalente a 28,8% da população potiguar, vive em situação de extrema pobreza. Os dados foram extraídos do Cadastro Único (CadÚnico), do Governo Federal pela Secretaria de Estado do Trabalho, da Habitação e da Assistência Social (Sethas).

De acordo com os números, 1.018.671 potiguares inscritos no CadÚnico sobrevivem com até R$ 89 por mês. O Estado tem 3.535.165 habitantes, de acordo com estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O recorte inclui pessoas de todas as idades e ainda, aquelas em situação de rua. Os efeitos deste cenário são acentuados com o recrudescimento de outro problema grave: a fome. Um estudo inédito realizado pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan), aponta que nos últimos meses de 2020, 19 milhões de brasileiros passaram fome e mais da metade dos domicílios no país enfrentou algum grau de insegurança alimentar.

No Nordeste, a fome atingiu 13,8% dos domicílios, segundo o documento da Rede Penssan, intitulado “Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19”. O estudo não apresenta números agregados por estado, por se tratar de uma pesquisa amostral.

A secretária do Trabalho, da Habitação e da Assistência Social do Rio Grande do Norte, Íris Oliveira, esclarece que a pasta não dispõe de números sobre a fome e insegurança alimentar no território potiguar, mas destaca que o alto número de pessoas vivendo em situação de pobreza e extrema pobreza dá uma ideia da dimensão do problema. Ainda segundo os dados do CadÚnico, 149.446 potiguares vivem em situação de pobreza, com renda mensal que varia entre R$ 89,01 e R$ 178. Veja a reportagem completa na Tribuna do Norte.

MEC anuncia mudança na geração de nota de corte do Sisu; inscrições estão abertas até quarta (14)

O Ministério da Educação (MEC) anunciou neste domingo que a nota de corte dos cursos ofertados no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) voltará a ser gerada e apresentada no mesmo formato adotado antes das edições de 2020. A medida valerá a partir das 0h de terça-feira. As inscrições no Sisu estão abertas até as 23h59 de quarta-feira.

“Diante de apelos contrários à forma de divulgação da nota de corte, adotada a partir de 2020, a atual gestão do MEC determinou que a nota de corte volte a ser divulgada como era antes daquela alteração no seu formato”, afirmou o MEC por meio de nota.

No ano passado, uma mudança adotada pelo Ministério da Educação ficou conhecida como #erronosisu. Ao considerar, para a nota de corte, a segunda opção dos candidatos que já estavam sendo selecionados na primeira opção de curso, as notas de corte ficavam artificialmente mais altas, o que, na prática, inutilizava o recurso que baliza a escolha dos candidatos.

Com a mudança anunciada neste domingo, “a nota do candidato parcialmente classificado no curso de sua primeira opção de inscrição não será mais computada para efeito do cálculo da nota de corte do curso de sua segunda opção”, informou o MEC.

A nota de corte é a menor nota para o candidato ficar entre os potencialmente selecionados para cada curso, com base no número de vagas disponíveis e no total dos candidatos inscritos naquele curso, de acordo com o desempenho obtido no Enem.

O Ministério também decidiu prorrogar o fechamento das inscrições no Sisu até as 23h59 da próxima quarta-feira. Anteriormente, o Sisu se encerraria na sexta passada, às 23h59. Os resultados só serão conhecidos na próxima sexta-feira.

O MEC não informou o motivo da prorrogação. A Defensoria Pública da União (DPU) havia entrado, na tarde de sexta-feira, com um pedido na Justiça Federal para a prorrogação do prazo das inscrições. O objetivo do defensor João Paulo Dorini, autor da ação, era obrigar o Ministério a mudar o sistema de exibição da nota de corte.

O total de vagas ofertadas nesta edição, segundo o MEC, chega a 206.609 mil para 5.571 cursos de graduação, distribuídos em todos os estados do Brasil e no Distrito Federal.

Extra

RN tem 74 pacientes com Covid-19 à espera de UTI

O Rio Grande do Norte registrou na tarde deste domingo (11) 74 pacientes com Covid-19 à espera de um leito de UTI, de acordo com o portal Regula RN, que monitora em tempo real a ocupação de leitos públicos no estado.

Às 13h30, o estado tinha 11 leitos de UTI disponíveis aguardando regulação de pacientes. A maior parte dos pacientes (52) é da região metropolitana de Natal.

RN registra taxa de ocupação de leitos críticos para covid de 97,1%

A taxa de ocupação de leitos críticos das unidades públicas de saúde no RN é de 97,1%, registrada por volta das 13h30 deste domingo (11). Pacientes internados em leitos clínicos e críticos somam 699.

Até o momento desta publicação são 11 leitos críticos (UTI) disponíveis e 364 ocupados, enquanto em relação aos leitos clínicos (enfermaria), são 79 disponíveis e 335 ocupados.

Segundo a Sesap, a Região metropolitana apresenta 95,6% dos leitos críticos ocupados, a região Oeste tem 100% e a Região Seridó tem 97,5%.

RN contabiliza 16 óbitos por covid nas últimas 24h, sendo 12 dentro do dia; novos casos são 1.097

A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) atualizou os números do coronavírus neste domingo (11). Foram mais 1.097 casos confirmados, totalizando 207.457. Até sábado (10) eram 206.360 infectados.

Com relação aos óbitos no Rio Grande do Norte, são 4.884 no total, sendo 12 mortes registradas nas últimas 24h: Natal (01), Parelhas (01), Tenente Laurentino Cruz (01), Goianinha (01), Santa Maria (01), Parnamirim (03), Areia Branca (01), Guamare (01), Assu (01) e Jundiá (01).

A Sesap ainda registrou outros 4 óbitos ocorridos após a confirmação de exames laboratoriais de dias ou semanas anteriores. Óbitos em investigação são 967. No sábado (10) o número total de mortes era 4.868 mortes.

Casos suspeitos somam 53.212 e descartados 427.511. Recuperados são 142.776.

Aprovada em outubro de 2020, a Lei 14.071/20, que altera pontos importantes do Código de Trânsito Brasileiro, começa a valer no próximo dia 12 de abril. A nova lei traz mudanças como ampliação da validade da CNH, aumento do limite de pontuação e outras que atingem todos os condutores. Algumas, porém, afetam especificamente os motociclistas, como a alteração da idade mínima para transportar crianças na garupa. Elaboramos essa lista com os pontos da nova lei de trânsito que quem anda de moto tem de ficar atento. Nada mudou no corredor Antes de falar do que vai mudar, queria esclarecer um ponto que não vai sofrer nenhuma alteração: a tal regulamentação para andar de moto no corredor. O artigo 56-A que estabelecia regras para a circulação entre os corredores formados pelos carros foi vetado do texto final. Portanto, nada mudou para andar de moto no corredor, embora alguns artigos, compartilhados nas redes sociais, dizerem o contrário. A confusão acontece porque as regras que definiam quando e como seria permitido pilotar entre os carros foi aprovada pela Câmara e pelo Senado, mas, vetada pelo presidente Jair Bolsonaro. As justificativas para o veto foram de que o dispositivo restringe a mobilidade das motos e gera insegurança jurídica para os motociclistas. “Atualmente, há ampla possibilidade de circulação entre os veículos e a proposta reduz a mobilidade das motocicletas, motonetas e ciclomotores, que é o diferencial desses veículos que colaboram, inclusive, na redução dos congestionamentos”, diz o veto presidencial. Ainda segundo o veto, a dificuldade de definir e aferir o que seria considerado trânsito lento, situação que permitiria as motos andar no corredor, causaria segurança jurídica. Uma vez que os motociclistas não saberiam se estavam ou não atendendo à regulamentação. Outro ponto polêmico, segundo especialistas, seria a dificuldade para os agentes de trânsito fiscalizar, ou seja, medir a velocidade da moto no corredor, para assim aplicar uma multa. Criança na garupa só com 10 anos Antes a legislação permitia que crianças maiores de sete anos já podiam ir na garupa. Agora, de acordo com a nova lei, a idade mínima para levar uma criança na moto é 10 anos. Farol apagado é infração média Se você andasse de moto com o farol apagado era infração gravíssima, sujeita a multa e apreensão da CNH e suspensão do direito de dirigir, no antigo Código de Trânsito. A partir de amanhã, “conduzir motocicleta, motoneta e ciclomotor com os faróis do veículo apagados será infração média, sujeita a multa de R$ 130,16 e quatro pontos na CNH”. Ou seja, a pena para rodar com o farol apagado foi abrandada. Boa conduta Para estimular a condução responsável, será criado o Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC), no qual deverão constar os dados dos condutores que não cometeram infração de trânsito sujeita à pontuação nos últimos 12 meses. Viseira e óculos Na antiga lei de trânsito, havia dois tipos de enquadramento para quem pilotava sem viseira ou óculos de proteção: uma para quem andava sem óculos ou viseira e outra para quem andava com a viseira aberta ou danificada. A primeira gravíssima e a segunda rodar com a viseira levantada, era infração leve. A nova regra alinha as normativas e estabelece que conduzir motocicleta, motoneta ou ciclomotor com a utilização de capacete de segurança sem viseira ou óculos de proteção ou com viseira ou óculos de proteção em desacordo com a regulamentação do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) passa a ser infração média, sujeita a multa de R$ 130,16 e retenção do veículo para regularização. Resumindo: se o motociclista for pego pilotando sem viseira ou óculos, a multa agora é menor e não perde a carta. Mas corre o risco de sua moto ficar apreendida em uma blitz, por exemplo. Com informações de Infomoto – UOL e R7

Com o agravamento da pandemia do novo coronavírus e a necessidade de endurecer medidas de restrição social, ao menos 19 governadores estenderam ou retomaram o pagamento de auxílios emergenciais para determinados grupos da população. Os valores variam entre R$100 e R$1.500 e são pagos a setores específicos do comércio, como bares e restaurantes, classe artística e a pessoas em situação de extrema pobreza.

Os governadores tiveram de determinar o fechamento do comércio, estipular toques de recolher e até restringir a circulação da população em vias públicas após o aumento expressivo no número de mortos e contaminados pela Covid-19. Para mitigar os efeitos da pandemia, os deputados estaduais, em todos os estados com propostas de transferência de renda, aprovaram os benefícios.

Levantamento feito pelo O Globo mostra que Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Pará, Paraná, Maranhão, Piauí, Acre, Ceará, Amapá, Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Rondônia e Sergipe anunciaram ou retomaram auxílios.

A maioria dos auxílios locais vem na esteira da volta do auxílio emergencial do governo federal. Em março, governadores de 16 estados chegaram a pedir aos presidentes da Câmara e do Senado para que o Congresso disponibilizasse os recursos necessários para o pagamento de R$ 600. O governo não cedeu e manteve a previsão de R$250 por quatro meses.

Os programas atendem, em sua maioria, trabalhadores afetados pelo fechamento do comércio, como garçons, cabeleireiros e profissionais de beleza, taxistas e motoristas de aplicativo, além de uma parcela das pessoas inscritas no Cadastro Único (CadÚnico).

Com informações de O Globo