Sem casos de Covid-19, visitas presenciais são retomadas no maior presídio do RN

Seap segue protocolos de prevenção e não pode haver contato físico entre visitantes e detentos.

As visitas presenciais na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta, foram retomadas nesta terça-feira (12). De acordo com a Secretaria da Administração Penitenciária (Seap), não há mais casos de Covid-19 no maior presídio do Rio Grande do Norte, e, com isso, as audiências presenciais da Defensoria Pública voltam a ser realizadas no dia 22.

As visitas – que estavam suspensas desde o dia 16 de dezembro após um preso testar positivo para Covid-19 – seguem protocolos de prevenção e combate ao Covid-19 elaborados pelo Comitê de Crise da Seap.

Os detentos têm direito a uma visita com meia hora de duração a partir do contato do familiar com o interno. Pessoas do grupo de risco estão proibidos de acessar o presídio. “O visitante, na entrada, tem a temperatura aferida e as mãos higienizadas com álcool. Além disso, visita e interno têm que utilizar máscaras e não pode haver contato físico”, explicou o diretor da unidade prisional, Flávio Lúcio.

Outras unidades

Sete unidades prisionais do RN seguem com as visitas presenciais suspensas. A Seap informa que a Cadeia Pública Dinorá Simas, em Ceará-Mirim, deve retomar as visitas presenciais no dia 22. Para que isto aconteça é necessário que nenhum preso esteja doente nos últimos 15 dias; que o número de leitos de UTI não esteja acima de 80%; e que o número de servidores infectados seja menor que 20%.

Ainda de acordo com a Seap, as visitas presenciais estão normalizadas nas seguintes unidades: Penitenciária Estadual Rogério Coutinho Madruga, Complexo Penal Dr. João Chaves Masculino, Complexo Penal Dr. João Chaves Feminino, Penitenciária Estadual de Parnamirim, Cadeia Pública de Nova Cruz, Centro de Detenção Provisória Feminino, Cadeia Pública de Natal e Unidade Penal de Custódia e Tratamento.

O RN é o único estado do Nordeste a não registrar óbito por coronavírus entre presos, policiais penais e servidores que atuam nos presídios.

G1RN